sexta-feira, maio 16, 2008

(Trailer) Vicky Cristina Barcelona


O novo trailer de Woody Allen tem... Javier Bardem, recentemente oscarizado (e muito bem oscarizado!) pelo seu papel em No Country for Old Men... Scarlet Johansson... Penelope Cruz... sexo ao pontapé... e, by the way, é passado em Barcelona.
Se isto não aumentar as receitas de bilheteira dos filmes de Woody Allen, então também não consigo imaginar o que o possa fazer. O trailer está AQUI.
Dito isto, pessoalmente gostei bem mais do trailer de Match Point!

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sábado, janeiro 05, 2008

(fotos) The Other Boleyn Girl


Já há algum tempo que vamos vendo ocasionais fotos do filme The Other Boleyn Girl, mas desta vez, descobrimos uma verdadeira fonte! Este filme, com estreia marcada para finais de Fevereiro nos EUA, conta com duas das maiores geradoras de baba da nova geração: Natalie Portman e Scarlett Johansson, nos papéis de Ana Bolena e irmã de Ana Bolena, respectivamente. Como devem estar já a ver, é mais um filme sobre as senhoras de Henrique VIII, que, btw, é interpretado por, nada mais, nada menos que Eric Bana (sim, é verdade, estamos perante o primeiro Henrique VIII giro da história do cinema). Basicamente, a histõria desenrola-se em torno das duas irmãs, que, guiadas pela cega ambição da sua família, lutam então pelo afecto do Rei.

AQUI ficam as fotos. Nós por cá esperamos com ansiedade pela altura de ver a Natalie de cabeça cortada.

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quarta-feira, janeiro 24, 2007

(Crítica) Scoop

Scoop
de Woody Allen
(2007)


I don't need to work out. My anxiety acts as aerobics.



Scoop é uma comédia divertida, embora não seja brilhante, nem dotada da genialidade que, frequentemente, pauta os filmes de Woody Allen.

Scarlett Johansson encarna uma jovem estudante desajeitada e algo desbocada, que, por imperfeição do argumento, tão depressa parece estar extremamente empenhada em resolver o mistério, como rapidamente se resigna a aceitar explicações que se apresentam mais convenientes.
Woody Allen, com os seus típicos diálogos de análise, desempenha o papel de uma personagem neurótica e eternamente preocupada (para não variar), ultrapassando, por vezes, a barreira do cansativo.
Hugh Jackman está lá, assim como poderia estar qualquer outro actor bem-parecido e com um sotaque janota.

No entanto, mesmo com um argumento trivial, alguns diálogos iniciais que parecem sair pouco naturais e uma história que não é suficientemente misteriosa (e que não tem o impacto final que poderia ter, dado que, atingido o clímax, tudo se resolve muito depressa), o filme tem partes interessantes e várias deixas divertidas (que, inevitavelmente, servem para lembrar que, fantásticos ou não, vale sempre a pena dar uma olhadela aos filmes de Woody Allen).

Um filme simpático, mas dispensável.

6/10

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